A Segunda Mensagem

 AcaTudo    25 abr 2022 : 23:15

A primeira coisa a se fazer é determinar o significado do símbolo apresentado.

E outro anjo seguiu, dizendo: Caiu! Caiu Babilônia, aquela grande cidade que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua prostituição!

Esse anjo é mencionado como o segundo, pois o que vem depois dele, na própria linguagem inspirada, é chamado de “terceiro”. Ao tecer comentários sobre uma linguagem tão simbólica, a primeira coisa a se fazer é determinar o significado do símbolo apresentado.

1. O que é, então, a Babilônia nesta mensagem? Aqui, ela é chamada, simplesmente, de “aquela grande cidade”. Mas em outro lugar, no livro de Apocalipse, fala-se dela de um modo que nos mostra uma solução correta dessa questão. Em Apocalipse 17:18, essa mesma cidade é chamada de mulher. “E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra”.
Ora, quando usada como símbolo, a mulher, nas Escrituras, sempre representa uma organização religiosa, sendo que a igreja verdadeira é representada por uma mulher virtuosa – como no capítulo 12 – e a falsa, por uma mulher corrupta – como no texto acima e em muitos outros lugares. Babilônia é algo distinto dos poderes civis da Terra, pois, com ela, os reis da Terra formam conexões ilícitas. É o lugar onde o povo de Deus, como um corpo, está, pois ele é, em um determinado momento, chamado a sair de sua comunhão. Essas considerações mostram que não devemos olhar para a Babilônia de Apocalipse como uma cidade literal ou poder civil, mas como organizações eclesiásticas. Seria o caso, então, de alguma igreja em particular, excluindo todas as outras, ser designada pelo termo Babilônia?
Não seria consistente assim supor, pois:
1) O termo Babilônia, que vem de Babel, onde Deus confundiu a linguagem dos homens, significa mistura, confusão. No sentido em que, conforme demonstramos, o termo é usado no livro de Apocalipse, ele deve denotar credos e sistemas religiosos conflitantes e discordantes. Mas isso não seria aplicável a alguma denominação religiosa específica, pois cada uma dessas denominações é, em maior ou menor grau, uma unidade.
2) O povo de Deus, que é chamado a sair de Babilônia, não está, como um corpo, ligado a nenhuma denominação em particular. Portanto, precisamos entender, pelo termo, todos os sistemas falsos e corruptos do cristianismo. Poucos estarão dispostos a negar que as igrejas romana e grega estão incluídas aqui.
Quanto às igrejas protestantes, é triste dizer que estas, em maior ou menor grau, se encontram identificadas com a guerra, têm sido por longo tempo o baluarte da escravatura americana, estão fatalmente conformadas com o mundo e são culpadas de uma longa lista de pecados, atribuída por Paulo aos professos cristãos dos últimos dias (2 Timóteo 3:1-5). Por essas razões, devem também ser consideradas como membros da família. Nesse ramo da família, encontramos esta mescla e confusão da multiplicidade de denominações e credos que, muito adequadamente, fazem jus à definição do termo.

2. O que é a queda de Babilônia? É uma queda moral, evidentemente. Em Apocalipse 18:1-5, onde um segundo e subsequente anúncio desse evento parece ser dado, lemos: “Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, e abrigo de todo espírito imundo, e refúgio de toda ave imunda e aborrecível!” Isto é, como resultado de sua queda, ela submergiu nessa deplorável condição. Tendo caído, sua iniquidade aumentou rapidamente, seus pecados chegaram ao Céu e o povo de Deus é chamado a sair dela (Apocalipse 18:4 e 5). Assim, sua queda é moral. Evidentemente, é absurdo aplicar isso a Roma, ou a qualquer outra cidade literal, onde habitam só uns poucos do povo de Deus, e de onde eles não puderam ser chamados para fora depois de sua queda ou destruição. A harmonia de aplicar o símbolo a um corpo religioso, que pode apostatar e se corromper, e do qual o povo de Deus pode ser, subsequentemente, chamado a sair, é igualmente clara, e a necessidade de tal aplicação, não menos evidente. Nenhuma outra é admissível.
É dito que a causa da queda de Babilônia foi o fato de ela ter feito com que “todas as nações [bebessem] do vinho da ira da sua prostituição”. Sua prostituição foi sua ligação ilícita com os reis da Terra. O vinho é aquilo com que a igreja intoxicou as nações da Terra. Existe apenas uma coisa à qual isso pode se referir: à falsa doutrina. Essa meretriz, como resultado de sua união ilícita com os poderes da Terra, corrompeu as puras verdades da Bíblia, e com o vinho de sua falsa doutrina, intoxicou as nações.
Alguns dos erros grosseiros que ela apresentou às massas como verdades bíblicas serão mencionados a seguir:
1.) Que a alma é imortal.
2.) Que a aspersão e o derramamento de água são o batismo.
3.) Que o domingo é o dia de descanso, ou o sábado cristão.
4.) Que haverá mil anos de paz e prosperidade antes da vinda do Senhor.
5.) Que a herança dos santos não é a Terra renovada, mas uma região imaterial, intangível, além dos limites do tempo e do espaço.
6.) Que o segundo advento deve ser entendido espiritualmente, ou que ele ocorreu por ocasião da destruição de Jerusalém, ou que ocorre por ocasião da conversão ou da morte.
7.) Que é correto e bíblico manter seres humanos em escravidão.
8.) Que não é importante, a julgar pela prática da igreja, sair ou separar-se do mundo.
Denominações protestantes receberam a maior parte desses erros perniciosos da mãe romana, e outros erros tiveram, nelas próprias, sua origem. Isso mostra, de maneira conclusiva, que elas são nada menos que as filhas da grande apostasia.

Vimos que Babilônia é composta de várias divisões, e sabemos que seu nome é, frequentemente, aplicado para qualquer de suas partes. Portanto, o nome Babilônia pode ser aplicado para qualquer dessas divisões. Consequentemente, quando é anunciado que Babilônia caiu, isso não necessariamente significa que, como um todo, ela tenha experimentado uma mudança moral para pior. Isso seria verdade se essa mudança ocorresse em cada uma de suas grandes ramificações. O clamor “caiu, caiu Babilônia”, sendo dado após a primeira mensagem, é uma evidência de que a queda ocorreu naquela época.

As verdades ligadas à proclamação do primeiro anjo foram calculadas para corrigir muitos dos erros fundamentais de Babilônia, e para abrir o caminho para a recepção de toda a verdade, em lugar de suas falsas doutrinas. É inquestionável que esses erros foram mantidos, pelas diferentes igrejas, por ignorância. Mas, depois que uma pessoa recebe luz suficiente, de maneira que ela possa abandonar um erro, ela se torna culpada ao manter-se nesse erro. Assim, quando Babilônia, através da proclamação da primeira mensagem, foi chamada a corrigir seus erros e a resgatar sua influência sobre as pessoas, e se recusou a fazê-lo, ela se tornou culpada de, deliberadamente, recusar receber a verdade, fazendo com que as nações ficassem intoxicadas com seus falsos ensinamentos. Da mesma forma, quando o povo de Deus é chamado a sair dela, depois de sua queda, ele também se torna culpado por manter sua ligação com ela. Portanto, a proclamação da queda de Babilônia vem após a primeira mensagem, e descreve as consequências de rejeitá-la. Já foi mostrado que essa primeira mensagem diz respeito à presente geração. E Apocalipse 18 mostra que a queda de Babilônia deve ocorrer nos últimos dias, pois esta queda tem lugar exatamente antes de sua destruição final dessa grande meretriz. Mas, ao olharmos para a cristandade apóstata, vemos que as igrejas romana e grega não são mais corruptas agora do que o foram em várias eras no passado, seja na doutrina, seja na prática. Nenhuma mudança notável ocorreu, para pior, nessas corporações, na presente geração, e quase não há espaço para que se tornem piores do que já têm sido por séculos. Olhamos, portanto, para as corporações religiosas que compõem a grande família protestante, para identificar o cumprimento da segunda mensagem, especialmente em nosso próprio país, os Estados Unidos da América, onde a primeira mensagem foi proclamada de maneira mais definida. Levanta-se, agora, a indagação: Tem havido algum declínio moral nessas corporações, de que a presente geração possa se lembrar? Será que essa mudança ocorreu por volta do período da primeira mensagem? Têm elas, desde então, enchido sua taça de iniquidade, conforme representado em Apocalipse 18? Se sim, encontramos o alvo para uma inequívoca aplicação da segunda mensagem.

Mas, para não parecer que estamos julgando essas denominações, já que poderíamos ser acusados de não estar fazendo um julgamento imparcial, deixaremos que seus próprios membros falem. O seu testemunho responderá à questão. E, para mostrar que não estamos sozinhos ao classificar as denominações protestantes populares como parte da Babilônia, apresentaremos os trechos seguintes. Se eles mesmos o afirmam, não estamos dispostos a contestar.

O Sr. William Kinkade, em seu livro “Bible Doctrine” [Doutrina Bíblica], p. 294, diz:
Eu também acho que Cristo tem uma igreja verdadeira na Terra, mas os seus membros estão espalhados entre várias denominações, estando, em maior ou menor grau, sob a influência da misteriosa Babilônia e de suas filhas.

O Sr. Hopkins, num tratado sobre o milênio, diz:
Não há nenhuma razão para considerar que o espírito e as práticas anticristãs estejam confinados àquilo que, agora, se chama Igreja
de Roma. As igrejas protestantes têm muito do anticristo dentro delas, e estão longe de ser inteiramente reformadas de suas corrupções e perversidades.

O Sr. Simpson, em seu “Plea for Religion” [Apelo pela Religião], diz:
Embora o papa e a Igreja de Roma estejam à frente do grande engano dos 1.260 anos, todas as demais igrejas, não importando a denominação, seja estabelecida, seja tolerada, que partilham do mesmo espírito ou que tenham instituído doutrinas ou cerimônias hostis ao puro e inalterado evangelho de Cristo, mais cedo ou mais tarde compartilharão da sorte desse imenso tecido de ordenanças humanas. E, o fato de que as igrejas protestantes estejam imitando a Igreja de Roma, na pior parte de sua conduta, nunca pode ser lamentado o suficiente.

Alexander Campbell diz:
Os estabelecimentos de adoração, ora em uso pela cristandade, aumentados e sedimentados por suas respectivas e volumosas confissões de fé e constituições eclesiásticas, não são igrejas de Jesus Cristo, mas as filhas legítimas da mãe das meretrizes, a Igreja de Roma.

Lorenzo Dow diz da Igreja Romana:
Se ela é a mãe, quem são as filhas? Devem ser as igrejas corrompidas e estabelecidas nacionalmente que dela saíram (Dow’s Life, p. 542).

Na Religious Encyclopedia (Art. Anticristo), lemos:
O escritor do livro de Apocalipse nos diz que ouviu uma voz do Céu dizendo: “Sai dela, povo Meu, para que não sejas participante dos seus pecados e para que não incorras nas suas pragas”. Se é verdade que essas pessoas se encontram na “mãe das meretrizes”, com muito menos hesitação se pode inferir que elas estão ligadas às suas impuras filhas, aquelas igrejas nacionais que estão fundamentadas sobre o que é chamado de “princípios protestantes”.

Na primavera e verão de 1844, uma mensagem distinta foi proclamada, anunciando a condição caída das igrejas, e o resultado foi que, cinquenta mil crentes na imediata vinda de Cristo, aceitaram o chamado para sair delas. Os testemunhos das igrejas que eles haviam deixado só contribuíram para convencê-los de que estavam corretos quanto à condição caída delas, e de que tinham feito a vontade de Deus ao separar-se dessas igrejas.

O Christian Palladium [Salvaguarda do Cristão] de 15 de maio de 1844, diz o seguinte, em tom lamentoso:
Ouvimos esse doloroso som vindo de todas as direções, pairando sobre cada brisa do céu, enregelante como as rajadas dos icebergs do norte, o qual se acomoda, qual opressivo fardo, sobre o peito dos tímidos, e suga por completo as energias dos fracos. Essa mornidão, divisão, anarquia e desolação estão desgraçando as fronteiras de Sião.

O Religious Telescope [Telescópio Religioso] de 1844 usa a seguinte linguagem:
Nunca testemunhamos um declínio tão generalizado da religião como agora. Verdadeiramente, a igreja deveria despertar e pesquisar a causa desse mal, pois cabe a cada um que ama Sião estar atento a qualquer calamidade. Quando paramos para pensar como são “poucos e raros” os casos de verdadeira conversão, e como a impenitência e a dureza atuais dos pecadores se mostram quase sem paralelo, exclamamos quase involuntariamente: “Terá Deus Se esquecido de ser gracioso, ou estaria já a porta da misericórdia fechada?

Estes são apenas alguns dos muitos testemunhos, igualmente importantes, que poderiam ser citados, pois são amostras do todo. Pode ser dito que nossas ideias sobre a queda moral e a morte espiritual das igrejas se mostram incorretas, diante dos grandes reavivamentos de 1858. Mas sobre os frutos desses reavivamentos, deixemos que os principais jornais congregacionais e batistas de Boston deem testemunho. Diz o Congregationalist de 19 de novembro de 1858:

A piedade resultante do reavivamento de nossas igrejas não é algo que se possa inferir, confiantemente, a partir de sua mera existência, e de seus frutos legítimos e práticos. Por exemplo, deveria ser bastante evidente, depois de tamanha chuva de graças, que as tesourarias de nossas sociedades beneficentes estivessem cheias, como acontece após uma abundante chuva, que faz com que os riachos transbordem em seus leitos. Mas os administradores de nossas sociedades estão lamentando a insignificante ajuda e solidariedade das igrejas.

Há outra ilustração, ainda mais triste, da mesma verdade. O Watchman and Reflector [Sentinela e Refletor] recentemente declarou que nunca houve, entre os batistas, uma propagação tão lamentável de dissenção na igreja como a que se vê hoje. E o fato triste que foi mencionado é que esse pecado infecta as próprias igrejas que participaram mais intensamente do último reavivamento. Outro fato ainda mais desanimador é acrescentado, a saber, que esses antagonismos surgiram, na maioria dos casos, em meio ao próprio cenário no qual havia ocorrido o despertamento. Uma simples passada de olhos pelos jornais semanais de nossa denominação
evidenciará que o mal não está, de modo algum, confinado aos batistas. Talvez nossas próprias fileiras jamais tenham exibido um registro tão humilhante de contendas e de litígios eclesiásticos, como os testemunhados durante os últimos meses.

Um pastor presbiteriano de Belfast, Irlanda, usa a seguinte linguagem ao se referir aos recentes reavivamentos nos Estados Unidos:
A determinação de esmagar todos os ministros que pregam contra o pecado nacional deles [a escravidão], e a determinação de sufocar e suprimir o ensinamento claro das Escrituras, podem avançar e ser concretizadas, ao mesmo tempo em que os cristãos de Nova York esperam que o mundo religioso aclame seus reavivamentos. Até que as igrejas da América, em deplorável estado de degradação, façam a obra de Deus em sua própria terra, elas não terão vitalidade espiritual para comunicar a outros. Seus reavivamentos, no mundo religioso, equiparam-se a seus gritos exibicionistas de liberdade, no meio político, misturados aos gemidos dos escravos (New York Independent, dezembro de 1859).

Durante o período do grande reavivamento irlandês, no ano passado [1859], a Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana da Irlanda teve sua sessão em Belfast. Diz o News-Letter de Belfast de 30 de setembro:
Dentre este venerável corpo de ministros e anciãos, encontramos dois ministros abertamente desmentindo um ao outro, e a Assembleia Geral inteira virou um cenário de confusão, beirando um motim.

Não é necessário comentar esses tristes fatos. Na Irlanda, os ministros do evangelho se mostram incapazes de se reunir em assembleia geral, sem que haja um tumulto. Na América, orações pelos escravos não eram permitidas nas reuniões de reavivamento. Não é à toa que o fruto da genuína piedade dificilmente seja encontrado.
Quão diferente se tornou essa grande cidade daquilo que Deus designou para o Seu povo! A igreja de Cristo deveria ser a luz do mundo, uma cidade construída sobre um monte, a qual não se pode esconder (Mateus 5:14-16). Em vez disso, porém, Seu professo povo se uniu com o mundo, e estabeleceu afinidades com ele. Essa união ilícita da igreja com o mundo (Tiago 4:4) resultou em sua rejeição por parte de Deus; pois, como pode o Deus da verdade e da santidade reconhecer como Seus os que, além de terem se afastado do seu Senhor, também rejeitaram, com escárnio, as novas de Sua breve volta?

O seguinte parágrafo foi extraído de uma palestra apresentada na Escola de Teologia de Cambridge, Massachusetts:
Acredito que nenhum homem, em são juízo, possa entrar numa de nossas igrejas sem sentir que, qualquer influência que o culto público pudesse ter sobre as pessoas, desapareceu, ou está desaparecendo. Ele perdeu o seu impacto sobre as afeições dos bons e sobre o temor dos maus. Há indícios de que o caráter e a religião estão sendo afastados das reuniões religiosas. Ouvi uma pessoa devota, que amava o dia de descanso sagrado, dizer com amargura de coração: “Parece perverso ir à igreja aos domingos”. E os motivos que ainda mantém os melhores ali são a esperança e a expectativa.

O Prof. S. C. Bartlett, de Chicago, diz, no Independent de Nova York:
A religião, agora, está numa posição diferente do metodismo de então. De certa maneira, ela é bem respeitada. O cristianismo, em nossos dias, é bem-sucedido. Os homens “falam bem dele”. Ex-presidentes e estadistas têm estado dispostos a associar a imagem de suas carreiras ao reconhecimento de suas reivindicações. E, a popularidade da religião tende, em grande medida, a aumentar o número dos que desejam garantir seus benefícios sem cumprir, com honestidade, os deveres dela. A igreja corteja o mundo e o mundo acaricia a igreja. A linha de separação entre os religiosos devotos e os sem religião se dissipa em uma espécie de penumbra, e homens zelosos, em ambos os lados, estão trabalhando arduamente para obliterar todas as diferenças entre seus modos de ação e recreação.


Para mais testemunhos vindo de seus próprios lábios a respeito da situação das igrejas, sua cobiça, seu orgulho quanto aos seus edifícios, o canto operístico que há em seus cultos, suas apostas religiosas, seu endosso à dança, seu zelo pelos prazeres mundanos, seu orgulho e apego à moda, recomendamos ao leitor as obras intituladas “As Três Mensagens” e “A Situação das Igrejas”, à venda nos escritórios da Review, Battle Creek, Michigan.


- Obrigado pela sua atenção -